domingo, 14 de setembro de 2008

Auto-Avaliação das Aulas



Quando iniciei as aulas publiquei, Eu, euzinha na era digital!!!
Não imaginava que eu era tão pequenina diante deste mundo digital fantástico, imenso e eu ali, sem saber quase nada. Como sempre esperneei, sapateei e no final quase “dancei”, aprendi um pouco, ainda sou um grão de areia, tenho um longo caminho a percorrer, mas graças a você Cris, já tenho um rumo que vai me nortear.
Não sou a melhor aluna, mas tento, prometo conversar e chorar menos.
Os professores que mais cobram, são aqueles que nós alunos mais aprendemos!!!
Obrigada pela dedicação, valeu Cris!!!

Atividade -12- Leitura

QUER APRENDER? CRIE UM BLOG de Paloma Cotes
Este texto está no site http://revistaepoca.globo, vale apena conferir.
Ao ler este texto senti que estamos atrasados “Anos Luz” de nossos alunos, muitos deles nos dão aula do mundo digital. E as aulas para esses alunos já não é mais a mesma, estão impregnados de muita cor, som e um diferencial que é o leque de informações da grande rede.
Participando do curso de novas tecnologias senti a necessidade de ampliar meus conhecimentos no mundo digital, não dá mais para viver sem usar tecnologia na escola, é urgente que se faça essa mudança para os nossos alunos, onde possam:

· Interagir com outros alunos, professores e colegas da net,
· Podem criar um blog, onde farão suas atividades e poderá ser visitada por outros colegas,
· Farão as atividades das aulas mais elaboradas, para que possam publicá-las e tenha elogios. (comentários)
· As pesquisas terão uma ênfase maior, porque pesquisar e trocar idéias na net e nos blogs é mais interessante.
· Os jovens de hoje não querem mais ficar anônimos, tem a necessidade de mostrar o seu conhecimento, nada melhor que compartilhá-lo.

Se citar aqui todas as vantagens de se criar um blog e desfrutar de toda a tecnologia existente, falaria páginas e páginas. Para que você confirme o que em vi, visite e confira o endereço está no cabeçalho do texto.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Atividade 9 - Correio Eletrônico

Dos meus colegas recebi dois textos dos quais gostei muito.
O 1° texto recebi da minha colega Alessandra
Aprender Ensinar
O texto nos leva a pensar que temos muito a aprender, que ensinar é ainda mais difícil, num mundo praticamente informatizado.Para aprender passamos por um processo evolutivo, participativo, onde compartilhamos conhecimentos e repassamos este para nossos alunos.Diante do mundo tecnológico temos que nos manter atualizados para melhorar a qualidade da educação.

O 2° texto recebi da minha colega Maria Cecília
Para Onde Caminhamos na Educação
As tecnologias modificam nossas vidas para uma mudança na educação, a internet pode transportar nosso alunos para lugares que nunca viajou aprender coisas que nunca imaginou, esta é a magia da informatização.A educação pode ser presencial ou à distância, aproveitando as inúmeras tecnologias da comunicação multimídia, este é o maior avanço dos últimos tempos na educação.

Atividade 4 - A TV digital e a Integração das Tecnologias

Curso Introdução a Educação Digital
Sonaide Terezinha Junges Althaus
07/07/2008
Turma 01 - Quinta - feira
A TV digital e a integração das tecnologias
Estamos caminhando para uma nova fase de convergência e integração das mídias: Tudo começa a integrar-se com tudo, a falar com tudo e com todos. Tudo pode ser divulgado em alguma mídia. Todos podem ser produtores e consumidores de informação. Podemos pagar contas numa agência de banco ou na Internet, fazer compras numa loja ou através de lojas virtuais. Há um diálogo crescente, muito novo e rico entre o mundo físico e o chamado mundo digital, com suas múltiplas atividades de pesquisa, lazer, de relacionamento e outros serviços e possibilidades de integração entre ambos, que impactam profundamente a educação escolar e as formas de ensinar e aprender a que estamos habituados.
A TV digital e a integração das tecnologias
As tecnologias começaram e se mantiveram separadas – computador, celular, Internet, mp3, câmera digital e agora a TV – e agora caminham na direção da convergência, da integração, dos equipamentos multifuncionais que agregam valor. O computador fica cada vez mais potente e menor, ligado à internet banda larga, a redes sem fio, à câmera digital, ao celular, aos tocadores de música.. A televisão é a última das grandes mídias a tornar-se digital.
Especificamente no Brasil, teremos a TV digital dos grandes eventos ao vivo, como Olimpíadas, passadas em alta definição, com imagem fantástica e inúmeros recursos de som. Teremos também na TV aberta muitos canais de TV digital de qualidade boa, mas sem ser de alta definição, que passarão noticiários vinte e quatro horas, esporte, vendas, como hoje acontece na TV por assinatura. No começo, a TV digital oferecerá mais canais, mais oferta de conteúdo e alguma interação: escolhas básicas, simples sem muitos recursos complexos. A rapidez da evolução dos serviços na Internet e no celular, com muitas formas de navegação, escolhas e interação obrigará à TV a ser muito mais participativa, a oferecer formas de participação mais abrangentes, a médio prazo, para não perder mercado.
Aplicações da TV digital na educação
Que conseqüências terá a passagem da TV convencional para a digital e a integração com as outras mídias na educação?
A tecnologia digital baixa custos, a médio e longo prazo. Na educação, teremos muitos canais e recursos para acessar conteúdos digitais de cursos e realizar debates com especialistas e entre alunos. Poderemos produzir belas aulas e deixá-las disponíveis para os alunos acessá-las no ritmo que quiserem e no horário que achar conveniente, com qualidade melhor do que a atualmente conseguida na Internet.
A TV digital poderá oferecer muitas mais oportunidades de os alunos serem produtores de conteúdos multimídia, como acontece hoje na Internet com o site YouTube: qualquer pessoa pode divulgar um vídeo feito com câmera digital ou celular. Quando melhor avaliado um vídeo, mais aparece para o público ou na pesquisa do site. A TV digital pode oferecer com mais qualidade a exibição dessas produções feitas pelos usuários e acrescentar recursos de pesquisa e navegação fáceis e hiper-realistas. Poderemos ter salas de aula abertas para cada grupo, turma, universidade e recriar nelas todo o potencial da comunicação presencial, a distância, mas conectados.
Problemas que enfrentamos com as mídias digitais
O problema do Brasil não é tecnológico, mas de desigualdade estrutural. A interatividade tem muito a ver com poder de compra, com educação de qualidade, com cultura empreendedora. A grande maioria das pessoas depende do modelo passivo de uma TV que dá tudo pronto, aparentemente de graça.
As tecnologias digitais não atuam no vazio. Grandes grupos educacionais privados pensam nelas para baratear custos, ganhar escala (aulas para mais alunos, por satélite, por exemplo); vêem a educação como investimento, como negócio e buscam utilizar as tecnologias digitais para conseguir o máximo lucro com a mínima despesa. São os modelos oferecidos pelas mega-universidades que estão se consolidando agora, que vêem na TV digital uma forma ideal de realizar este modelo massivo.
De outro lado teremos as instituições que oferecerão propostas educacionais mediadas pelas tecnologias digitais para grupos menores, com mais interação, focadas na aprendizagem, no aluno, em criação de grupos de pesquisa, de projetos e aprendizagem colaborativa.
Entre estes dois modelos extremos, haverá diversas formas de oferecimento de cursos semi-presenciais e a distância, todos mediados por tecnologias digitais simples e mais sofisticadas, com mais ou menos interação. Mas a mediação de tecnologias digitais daqui em diante será comum a todos, pela concorrência, necessidade de adaptação às novas formas de vida nas cidades, pela pressão para diminuir custos e atender aos alunos onde eles estiverem.
Outro fator complicador é o ritmo lento, complexo e descontínuo da gestão pública, com recursos, mas dificuldade na implementação, na continuidade das políticas, sem falar na corrupção, que diminui o impacto dos recursos na ponta, na escola.
As tecnologias em contextos e encontros pedagógicos acomodados, rotineiros aumentam a previsibilidade, o desencanto, a banalização da aprendizagem, o desinteresse.
As tecnologias evoluem muito mais rapidamente do que a cultura. A cultura implica em padrões, repetição, consolidação. A cultura educacional, também. As tecnologias permitem mudanças profundas já hoje que praticamente permanecem inexploradas pela inércia da cultura tradicional, pelo medo, pelos valores consolidados. Mesmo com tecnologias de ponta, ainda temos grandes dificuldades no gerenciamento emocional, tanto no pessoal como no organizacional, o que dificulta o aprendizado rápido. As mudanças na educação dependem, mais do que das novas tecnologias, de termos educadores, gestores e alunos maduros intelectual, emocional e eticamente; pessoas curiosas, interessantes, entusiasmadas, abertas e confiáveis, que saibam motivar e dialogar; pessoas com as quais valha a pena entrar em contato, porque dele sempre saímos enriquecidos.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Aprendendo a Criar Tirinhas


Macacos e Cia
Encontrei a dica para criar tirinhas no site NTE CAMPOS NOVOS,
tem um site que facilita a criação http://www.quicktoons.com/create,
lá você pode escolher itens para criar as tirinhas, com bordas, imagens, painéis e balões para a conversação dos personagens, depois salves tudo na pasta imagens e publique em seu blog.

O Fantástico Mundo da Literatura Infantil

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Atividade 07



Atividade 07

Escola de Educação Básica Professor José Faria Neto

O Fantástico Mundo da Literatura Infantil.

Justificativa:

A literatura infantil torna-se, imprescindível. Os professores dos primeiros anos da escola fundamental devem trabalhar diariamente com a literatura, pois esta se constitui em material indispensável, que aflora a criatividade infantil e desperta a veia artística da criança. Nessa faixa etária, os livros de literatura devem ser oferecidos às crianças, através de sentimentos e emoções que favoreçam a proliferação do gosto pela literatura, enquanto forma de lazer e diversão. Ainda assim podemos ver o sentido pedagógico atribuído à literatura infantil (estimular o exercício da mente, despertar a criatividade...). A criança que não sabe ler, não sabe escrever, não sabe falar e muito menos interpretar.

Objetivos:

Objetivo Geral:
Explorar a imaginação em vários aspectos, ligando sempre as experiências das histórias narradas às experiências comuns das crianças, formando assim comportamentos individuais e sociais, facilitando o processo educativo.

Objetivos Específicos:
· Analisar a literatura infantil como fonte de compreensão.
· Escrever textos relacionados com o conteúdo trabalhado.
· Trabalhar obras de literatura infantil no laboratório de informática e na sala de vídeo, para ter um diferencial, atraindo assim mais aos alunos para a aprendizagem. Contar histórias, analisá-las e reescrevê-las, relacionando-as ao meio em que vivem.


Público Envolvido:

Alunos das séries iniciais do ensino fundamental.

Mídias e Tecnologias a Serem Envolvidas:

· A sala de informática;
· CDs e DVDs de historinhas infantis. (Como não possuímos internet usaremos este recurso);
· O DVD;

Proposta Preliminar das Etapas/Ações a Serem Realizadas:
A literatura, e em especial a infantil, tem uma tarefa fundamental a cumprir nesta sociedade em transformação: a de servir como agente de formação, seja no espontâneo convívio leitor / livro,seja no diálogo leitor / texto, ou com a mídia, computador/internet estimulado pela escola.
Escolher uma historinha infantil que tenha várias versões.
Trabalhar as várias versões de uma história infantil, ex. ( livros, CDs, DVDs e se fosse possível pesquisando na internet, analisando sempre o desenvolvimento de cada aluno e verificando a forma que mai lhe agrada.
Usando a sala de informática, as crianças poderão reescrever a historinha que mais lhe agradou, digitando no computador.
Na sala de vídeo podemos assistir a historinha infantil.
Poderemos usar o karaokê, onde irão participar cantando. (historinhas cantadas).
No último momento, farão a interpretação com uma encenação.

Período de Realização:
- 3ª Bimestre de 2008.

Referências Bibliográficas:

YUNES, E PONDÉ – G Leitura e Leituras da Literatura Infantil, Por Onde Começar.São Paulo: FTD 1989.FRANTZ, Maria Helena Zancan, O Ensino da Literatura nas Séries Iniciais. 2ª ed. Ijuí: UNIJUÍ, 1997.
ZABALA Antoni, A Prática Educativa Como Ensinar. Porto Alegre: ArtMed,1998.